História da literatura brasileira

Posts em linguagem não acadêmica, sempre com informações, textos e/ou imagens inéditas sobre histórias e autores, derivadas de pesquisa pessoal. Também histórias completas e, quase sempre, inéditas.

Em vários posts há um link para baixar o arquivo original (em formato do Word), caso você queira manter o texto e as imagens em seu computador.

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Lista de posts e temas respectivos (do mais recente ao primeiro)

54. Ricardo Noblat e a literatura: um conto desconhecido, a solução do mistério sobre o conto “O Sorriso do General”, e dois ensaios pioneiros sobre o cordel

Tema: o conto (publicado) “O Mosquetão do Desembargador” (revista “Ficção”, 1976), o conto (censurado) “O Sorriso do General” (revista “Inéditos, Edição 5”, 1977), e os ensaios “A Literatura de Cordel Nordestina” (“Fatos e Fotos/Gente”, início dos anos 70) e “O Jornalismo na Literatura de Cordel” (“Cadernos de Jornalismo e Comunicação”, 1974), que estabeleceram a tese do cordelista como um jornalista popular.

53. Duas crônicas inéditas de Emília Freitas, autora de “A Rainha do Ignoto”

Tema: duas crônicas da escritora cearense Emília Freitas (1855-1908), autora de “A Rainha do Ignoto”, cujos textos não estão disponíveis na Web ou em trabalhos acadêmicos: “A Infância, a Mocidade e a Velhice”, texto em prosa poética publicado no Ceará em 1891, e “Do Ceará ao Amazonas”, relato de viagem publicado no Amazonas em 1895.

52. O retrato falso de Emília Freitas, autora do romance “A Rainha do Ignoto”

Tema: o retrato erroneamente atribuído em várias páginas da Web à poeta e romancista Emília Freitas (1855-1908), autora de “A Rainha do Ignoto” (1899), pertencente a uma jovem homônima que enviou a própria foto a uma revista, sete anos após o falecimento da escritora.

51. A entrevista profética de Willy Aureli com Carolina Maria de Jesus em 1940

Tema: a primeira entrevista de Carolina Maria de Jesus, dada ao jornalista Willy Aureli, da “Folha da Manhã” (SP), em 25 de fevereiro de 1940, dezoito anos antes de Carolina ser “descoberta” como escritora pelo também jornalista Audálio Dantas.

50. “Florina”, um conto inédito de Emília Freitas, a autora de “A Rainha do Ignoto”

Tema: o conto maravilhoso “Florina”, de autoria de Emília Freitas (1855-1908), a romancista de “A Rainha do Ignoto”, publicado no periódico abolicionista “Libertador”, de Fortaleza (CE), em 8 e 9 de agosto de 1883 na seção “Folhetim”.

49. O terceiro poema abolicionista brasileiro: o inédito “Aos Traficantes de Carne Humana”

Tema:Aos Traficantes de Carne Humana”, o terceiro poema abolicionista brasileiro, de autoria desconhecida (“O. X. e Y.”), publicado no jornal “O Filantropo” em 23 de dezembro de 1849.

48. O segundo poema abolicionista brasileiro: o inédito “O Escravo Africano”

Tema: o segundo poema abolicionista brasileiro, intitulado “O Escravo Africano” e publicado no jornal “O Filantropo” em  12, 19 e 26 de outubro de 1849. De autoria de Domingos José Monteiro, é também o primeiro texto literário nacional a dar plena voz a um escravo para que descreva sua história, sua condição, seu sofrimento e seus sonhos.

47. A terceira história da literatura abolicionista brasileira: “Celestina”

Tema: “Celestina”, conto abolicionista publicado no periódico “O Filantropo” em 19 de julho de 1850, o qual é a terceira história da literatura abolicionista brasileira, jamais reproduzida em sua inteireza em trabalhos acadêmicos, livros ou páginas da Web.

46. A segunda história da literatura abolicionista brasileira: “O Filho de Meu Pai”

Tema: “O Filho de meu Pai”, conto publicado no periódico “O Filantropo”  (Rio) em 7 de dezembro de 1849, o qual é a segunda história da literatura abolicionista brasileira, jamais reproduzida em sua inteireza em trabalhos acadêmicos, livros ou páginas da Web.

45. A primeira história da literatura abolicionista brasileira: a inédita “O Enjeitado”

Tema: “O Enjeitado”, conto publicado no periódico “O Filantropo” (Rio) em 6 de julho de 1849, o qual é a primeira história abolicionista da literatura brasileira, jamais citada em trabalhos acadêmicos, livros ou páginas da Web.

44. Grande Otelo: o ator, o poeta e o profeta dos novos tempos

Tema: a atualização da cronologia do início da carreira de Grande Otelo, com informações e imagens inéditas, além de poemas de seu único livro (“Bom Dia, Manhã”, 1993) e a crônica datada de 1950 em que o ator reivindicava pioneiramente a participação de negros em peças publicitárias.

43. Quando um escritor fracassa em público e quando o público (ou a polícia) censura o escritor: os casos de três folhetinistas infelizes

Tema: a história dos folhetins “A Israelita” (1902), “T. S. F.” (1890) e “O Rancho do Pai Tomé ou a Escravatura no Brasil” (1862), que não foram publicados (o primeiro) ou foram interrompidos logo no início (os outros dois), por problemas com o público ou a polícia.

42. O erro histórico do Google sobre Maria Firmina e as datas de nascimento e morte de três pioneiros da ficção brasileira

Tema: a descoberta das verdadeiras datas de nascimento dos escritores Antônio Gonçalves Teixeira e Souza (30 de março de 1812) e Maria Firmina dos Reis (11 de março de 1822), e da data de falecimento da escritora Ana Eurídice Eufrosina de Barandas (23 de junho de 1863).

41. A “Verdadeira Mãe do Simplício”: Fortunata Eugênia de Melo, a primeira jornalista “fake” da literatura brasileira

Tema: o periódico “Verdadeira Mãe do Simplício, ou a Infeliz Viúva Peregrina” (1831), atribuído à “jornalista” Fortunata  Eugênia de Mello, na verdade uma criação ficcional de jornalista desconhecido.

40. Adalzira Bittencourt, Monteiro Lobato e a defesa da pena de morte para as mães apegadas aos filhos “defeituosos”

Tema: a carta (jamais divulgada em sua inteireza) enviada pelo escritor Monteiro Lobato (1882-1948) à escritora Adalzira Bittencourt (1904-1976) após a leitura do romance “Sua Excia. a Presidente da República no ano 2500” (1934), parabenizando-a pela defesa da eugenia na história, admirando-a pela coragem e concordando com a proposta de impor a pena de morte às mães que amassem demais os seus filhos, em detrimento das obrigações impostas por um Estado ideal.

39. “Lenita”: Jorge Amado e a vergonha do primeiro livro

Tema: o primeiro livro de ficção de Jorge Amado, “Lenita”, história escrita em colaboração com Édison Carneiro (1912-1972) e Oswaldo Dias da Costa (1907-1979), e inicialmente publicada em folhetim com o título “El-Rey”, no periódico “O Jornal”, de Salvador, em 1930.

38. O único trecho publicado de “Rui Barbosa Número 2”, o romance inédito de Jorge Amado

Tema: o romance “Rui Barbosa Número 2”, escrito por Jorge Amado (1912-2001), mas não publicado após a desistência do autor (em 1933), apesar da divulgação na mídia e da publicação de um trecho da história em periódico do Rio de Janeiro.

37. Cronologia atualizada da ficção científica brasileira: 1857-1960 (em desenvolvimento)

Tema: informações sobre as histórias do período inicial da ficção científica brasileira, com links para fontes primárias, incluindo algumas que jamais fizeram parte da cronologia oficial.

36. Cronologia das histórias colaborativas da ficção brasileira: 1858-1962

Tema: informações sobre as 24 histórias colaborativas (escritas por dois ou mais autores) da literatura brasileira no período entre 1858 e 1962, com links para fontes primárias.

35. “O Lobisomem da Gávea”, um romance-folhetim desconhecido de autoria suposta de 15 escritores (1927)

Tema: o romance-folhetim “O Lobisomem da Gávea”, obra supostamente coletiva que não é citada em páginas da Web ou estudos sobre a ficção nacional, embora seja a história atribuída ao maior número de autores (15 no total), em nossa literatura.

34. “Os Mistérios de Família” – 2: Os textos atualizados de “Suzana” e “Os Mistérios de Família”

Tema: os textos atualizados do folhetim “Os Mistérios de Família”, publicado no periódico “O Grátis” (1844) como “Suzana” (primeira versão) e em “A Nova Minerva” (1846) com o título pelo qual se tornou conhecido.

33. “Os Mistérios de Família” – 1: A senhora brasileira que era um senhor português

Tema: o folhetim “Os Mistérios de Família”, publicado em duas versões, nos periódicos “O Grátis” (1844) e “A Nova Minerva” (1846), e atribuído a “uma Senhora Brasileira”, mas de autoria comprovada de João Vicente Martins, cirurgião português pioneiro da homeopatia e do espiritismo no Brasil.

32. “Diálogos”, o texto feminista de Ana Eurídice Eufrosina de Barandas

Tema: “Diálogos”, texto feminista de Ana Eurídice Eufrosina de Barandas (1806-1863), primeira autora brasileira de ficção; peça de conversação composta em forma de diálogos, trata da opressão das mulheres pelos homens e da afirmação do seu direito de participar das questões políticas que então afetavam as gaúchas na Revolução Farroupilha.

31. “Eugênia ou a Filósofa Apaixonada”, a primeira história de ficção de escritora brasileira

Tema: o texto completo e atualizado de “Eugênia ou a Filósofa Apaixonada”, conto romântico de Ana Eurídice Eufrosina de Barandas que inaugurou a ficção de autoras brasileiras, em 1845.

30. Ana Eurídice Eufrosina de Barandas, a desconhecida pioneira da ficção nacional

Tema: vida e obra de Ana Eurídice Eufrosina de Barandas, a primeira escritora brasileira de ficção, entre as mulheres.

29. Lady Takeshita e seus ETs mirins: uma lacuna importante na história da ficção científica brasileira

Tema: a novela infantil “Estranhos Visitantes” (1954), da professora pública Hermengarda Leme Leite Takeshita (a Lady Takeshita, 1903-1986), ainda não incluída na cronologia da ficção científica brasileira, a qual apresenta 17 semelhanças nas situações de enredo com “ET, o Extraterrestre” (1982), e oferece a visão de uma utopia socialista.

28. “No Ano de 2028”, um conto desconhecido da ficção científica brasileira

Tema: “No Ano de 2028”, o conto do autor paraense Fernando de Castro publicado em 1928, história que não faz parte da cronologia da ficção científica brasileira, gênero ao qual pertence.

27. “O Extrato da Alma, um conto inédito da ficção científica brasileira

Tema: o conto “O Extrato da Alma”, do jornalista e escritor Epaminondas Martins, publicado 24 de abril de 1927 no “Correio da Manhã” (Rio) e ainda não incluído na cronologia dos primórdios da ficção científica brasileira.

26. “O Milagre do Saco do Alferes”, um minifolhetim muito doido

Tema: um folhetim de autor desconhecido, publicado em 15 episódios no jornal “Cidade do Rio”, de 4 a 20 de janeiro de 1897, que combinava humor, metalinguagem e surrealismo.

25. O espírito feminista e revolucionário das primeiras escritoras brasileiras de ficção

Tema: a obra das primeiras cinco escritoras brasileiras de ficção, marcada pelo feminismo e pela proposta de uma mudança estrutural da sociedade de seu tempo: Teresa Margarida da Silva e Orta, Ana Eurídice Eufrosina de Barandas, Nísia Floresta Brasileira Augusta, Ana Luísa de Azevedo Castro e Maria Firmina dos Reis.

24. Um folhetim inédito de Délia: “O Crime do Convento de…”

Tema: o folhetim “O Crime do Convento de…”, escrito por Délia (Maria Benedita Câmara Bormann) e publicado pelo jornal “O País” (Rio) de 3 a 6 setembro de 1891.

23. “A Morte do Capitão-Mor”, o drama teatral inédito de Fagundes Varela

Temas: a única peça teatral de Fagundes Varela que foi preservada em sua quase integralidade, transcrita pela primeira vez a partir do manuscrito original; a transcrição inédita da única resenha conhecida de “Baltazar”, o drama abolicionista desaparecido de Varela; e a revelação da importância de “A Morte do Capitão-Mor” para a solução do problema de autoria de “Um Roubo na Pavuna”, história atribuída erroneamente a Luís da Silva Alves de Azambuja Susano.

22. Cronologia atualizada da ficção brasileira: 1682-1843

Tema: primeiro post da série Cronologias, abrange o período dos precursores do romance nacional. Mais de 100 obras, várias delas jamais citadas em outras cronologias do período, e mais de 1.000 links para fontes primárias.

21. Maria Clemência da Silveira Sampaio: obra completa da primeira poeta gaúcha

Tema: vida e obra de Maria Clemência da Silveira Sampaio, a primeira poeta gaúcha, incluindo os quatro poemas de autoria comprovada (a obra completa, pela primeira vez em um só texto), mais dois outros, inéditos, de autoria provável.

20. Amélia de Castro Alves: a obra inédita da irmã do Poeta dos Escravos

Tema: a obra ainda inédita da poeta e escritora Amélia de Castro Alves Cunha, a irmã mais nova do poeta Castro Alves.

19. “Divagações”: um livro único no mundo

Tema: o conteúdo inédito do livro “Divagações” (1915), coletânea de poemas da socialite carioca Adelaide Moniz de Souza (a Yasinha), obra que não consta do acervo de nenhuma biblioteca no mundo inteiro.

18. “A Visão do Pico de Itajuru”: a solução de um problema de autoria

Tema: o verdadeiro autor de “A Visão do Pico de Itajuru”, panfleto político tido como “anônimo” publicado em 1831, o qual profetizou as revoltas ocorridas após a abdicação de D. Pedro I. O autor também escreveu três outros panfletos “anônimos”: “Aparição Extraordinária e Inesperada do Velho Venerando ao Roceiro”, “Lamentação Patriótica do Doutor da Roça” e “O Gênio do Brasil”.

17. Ana Luísa de Azevedo Castro e sua novela “D. Narcisa de Villar”

Tema: informações (boa parte delas, inéditas) sobre a autora de “D. Narcisa de Villar”, Ana Luísa de Azevedo Castro, e também sobre a sua única produção ficcional,  publicada em 1858.

16. “Cantos à Beira-Mar”, o livro de poemas de Maria Firmina dos Reis

Tema: informações sobre “Cantos à Beira-Mar”, além da reprodução de alguns de seus poemas.

15. A história do romance “Úrsula”

Tema: a história do romance “Úrsula” e de sua receptividade de público e crítica, até a atualidade.

14. “Úrsula”, o romance de Maria Firmina dos Reis

Tema: a primeira publicação online do texto completo e atualizado de “Úrsula”, obra que fez de Maria Firmina dos Reis a primeira romancista brasileira.

13.  A educadora Maria Firmina dos Reis

Tema: a atuação de Maria Firmina dos Reis como educadora, no Maranhão.

12. O “Álbum” (o diário) de Maria Firmina dos Reis

Tema: todas as entradas no diário de Maria Firmina dos Reis, mais conhecido como “Álbum”.

11. “A Escrava”, o conto de Maria Firmina dos Reis

Tema: o conto “A Escrava”, a terceira e última produção ficcional de Maria Firmina dos Reis.

10. A primeira publicação online da novela “Gupeva”

Tema: a primeira publicação online da novela “Gupeva ─ Romance Brasiliense”, de Maria Firmina dos Reis.

9. A produção artística avulsa de Maria Firmina dos Reis

Tema: toda a produção artística avulsa de Maria Firmina dos Reis, que complementa o conteúdo literário publicado no romance “Úrsula” e no livro de poemas “Cantos à Beira-Mar”.

8. O retrato falso de Maria Firmina dos Reis

Tema: o retrato da escritora gaúcha Maria Benedita Câmara Bormann (1853-1895), usado em 100 páginas da Web para ilustrar posts e matérias sobre a escritora maranhense Maria Firmina dos Reis (1822-1917).

7. Ovídio Saraiva de Carvalho e Silva, o autor de “Heroides de Olímpia e Herculano”

Tema: a biografia do escritor piauiense Ovídio Saraiva de Carvalho e Silva, autor de “Heroides de Olímpia e Herculano, Jovens Brasileiros; ou o Triunfo Conjugal”, a primeira história epistolar da literatura nacional, lançada em 1840.

6. “Heroides de Olímpia e Herculano”, a primeira história epistolar brasileira

Tema: a primeira publicação integral do texto de “Heroides de Olímpia e Herculano”, história epistolar do escritor piauiense Ovídio Saraiva de Carvalho e Silva lançada em 1840.

5. O primeiro romance de ficção científica da América Latina: mistério resolvido

Tema: “O Doutor Benignus”, o primeiro romance de ficção científica da América Latina, de autoria de Augusto Emílio Zaluar (Lisboa, 14 de fevereiro de 1826 – Rio de Janeiro, 3 de abril de 1882).

4. A primeira publicação online da primeira história de ficção da segunda ficcionista brasileira: “Fany”, de Nísia Floresta

Tema: “Fany ou o Modelo das Donzelas”, a primeira obra de ficção de Nísia Floresta Brasileira Augusta, a segunda ficcionista brasileira. Também um texto aparentemente inédito da escritora, publicado em 1855.

3. O ano da primeira divulgação do romance “Úrsula”, de Maria Firmina dos Reis

Tema: a publicação da primeira resenha do romance “Úrsula”, que precedeu em dois anos (no mínimo) o lançamento da obra.

2. Os textos atribuídos a Lima Barreto que não são de autoria do escritor

Tema: os verdadeiros autores dos textos ficcionais escritos pelo personagem Coronel Tibúrcio da Anunciação, em versos, na seção “Cartas de um Matuto” da revista “Careta”.

1. Uma lição importante para historiadores e pesquisadores: Lima Barreto e seu pseudônimo “Pelino Língua”

Tema: o pseudônimo “Pelino Lingua”, adotado por Lima Barreto em seus folhetins pornográficos “O Chamisco ou o Querido das Mulheres” e “Entra, Sinhór!…”, ambos lançados em 1912.